3.25.2005
3.24.2005
Páscoa Moderna e Controversa
Pinguins
3.23.2005
Bom Sinal
Embora esteja em Nova Iorque (onde nunca se é rico demais uma vez que a vida é tão cara) e seja uma estudante, cheguei 'a conclusão que até nem estou assim tão mal.
Hoje de manhã, dei por mim a encontrar dinheiro esquecido numa calças que já não vestia há algum tempo.
Venham mais descobertas destas!
Hoje de manhã, dei por mim a encontrar dinheiro esquecido numa calças que já não vestia há algum tempo.
Venham mais descobertas destas!
Dores de Cabeça no Reino Animal
O meu trabalho depende muito de embriões de peixe.
Basicamente, isto que dizer que na maioria dos dias, de manhã, o peixe tem que olhar para a peixa, apaixonar-se, fazer piruetas e acrobacias, a fêmea tem que piscar os olhos, tipo envergonhada, entusiasmar-se também e, pimba... ripanarapaqueca!
Et voilá, tenho embriões fresquinhos.
A coisa seria assim tão linear se os peixes não fossem tão... nem sei! O que é certo é que ainda hoje estive 'a espera de embriões, de coador em riste para os colectar e... nada.
Acho que as fêmeas devem andar com muitas dores de cabeça.
Dadas as semelhanças que isto possa ter com os humanos, também se pode dar o caso de as fêmeas andarem em greve por os machos as tratarem de alguma forma parecida a esta:

Acidentes domésticos! Hehehe!
Basicamente, isto que dizer que na maioria dos dias, de manhã, o peixe tem que olhar para a peixa, apaixonar-se, fazer piruetas e acrobacias, a fêmea tem que piscar os olhos, tipo envergonhada, entusiasmar-se também e, pimba... ripanarapaqueca!
Et voilá, tenho embriões fresquinhos.
A coisa seria assim tão linear se os peixes não fossem tão... nem sei! O que é certo é que ainda hoje estive 'a espera de embriões, de coador em riste para os colectar e... nada.
Acho que as fêmeas devem andar com muitas dores de cabeça.
Dadas as semelhanças que isto possa ter com os humanos, também se pode dar o caso de as fêmeas andarem em greve por os machos as tratarem de alguma forma parecida a esta:

Acidentes domésticos! Hehehe!
Parecidos ou Não?
Já me aconteceu por diversas vezes lembrar-me do Benicio del Toro quando vejo o Brad Pitt num filme, ou vice-versa.
Acho-os extremamente parecidos e, até agora, com excepção da Sara (num dos raros momentos em que concorda comigo, hehehe), toda a gente faz uma cara estranha quando digo tal coisa.
Que acham?
E digo mais... também os acho lindos de morrer!
E quem não concorda, não vale a pena ver estas fotos... azarito! :)
Acho-os extremamente parecidos e, até agora, com excepção da Sara (num dos raros momentos em que concorda comigo, hehehe), toda a gente faz uma cara estranha quando digo tal coisa.
Que acham?
E digo mais... também os acho lindos de morrer!
E quem não concorda, não vale a pena ver estas fotos... azarito! :)
3.22.2005
3.21.2005
Assim seja!
Mas onde raio está a Primavera?!
Anda aqui uma pessoa mortinha por sol e por calor e, logo hoje, dia 21 de Março, é que lhe deu para ficar cinzento, frio e chuvoso?!
Não está bem!
'Tá mali, mali, mali"!
Não está bem!
'Tá mali, mali, mali"!
3.20.2005
E NY ficou tão Silenciosa!
Ontem, eu, a Marie e o Demian fomos até ao Project Room para assistir 'a:
"Evening of Turntables and Cassettes featuring Aki Onda, Toshio Kajiwara and Marina Rosenfeld"
Basicamente, ouvir música experimental, misturada ao vivo.
A coisa tinha o selo NY chapado na descrição* e pareceu-nos ser algo do género contemporâneo/ intelectualóide-e-muito-
cool-na-onda-de-Williamsburg (Brooklyn), que qualquer pessoa "open-minded" e com estilo (como nós, hehe) gostaria de experimentar.
Difícil exprimir por palavras os sons a que fomos sujeitos.
Eu diria algo como:

Escusado será de dizer que não ficámos até ao fim.
Demos de frosques e, uma vez cá fora, tudo era silêncio.
Nunca a cidade me pareceu tão calma.
* A true force of the Japanese experimental underground, Onda formed the pioneering Audio Sports with Yamatsuka Eye (Boredoms) and Nobukazu Takemura in 1990, and has been pushing whatever sonic envelope you can imagine ever since. Tonight he mixes his cassette-based audio collages with the innovative turntablism of Rosenfeld (who opens the evening solo) and Phonomena major-domo Kajiwara.
TRADUÇAO: "A true force" - só se fôr dar 'a audiência forças para fugir.
" whatever sonic envelope you can imagine" - Tretas! Não é preciso imaginação nenhuma. E' um monte de barulho e ruído ensurdecedor (havio pessoal na plateia a tapar os ouvidos com as mãos).
"Rosenfeld" - uma tipa que mais parecia uma morta viva que, se não se puser a pau, vai pelo mesmo caminho que os Japonocas e ficar surda. Sim, porque só gente que não ouve é que pode escutar aquilo!
"Evening of Turntables and Cassettes featuring Aki Onda, Toshio Kajiwara and Marina Rosenfeld"
Basicamente, ouvir música experimental, misturada ao vivo.
A coisa tinha o selo NY chapado na descrição* e pareceu-nos ser algo do género contemporâneo/ intelectualóide-e-muito-
cool-na-onda-de-Williamsburg (Brooklyn), que qualquer pessoa "open-minded" e com estilo (como nós, hehe) gostaria de experimentar.
Difícil exprimir por palavras os sons a que fomos sujeitos.
Eu diria algo como:

Escusado será de dizer que não ficámos até ao fim.
Demos de frosques e, uma vez cá fora, tudo era silêncio.
Nunca a cidade me pareceu tão calma.
* A true force of the Japanese experimental underground, Onda formed the pioneering Audio Sports with Yamatsuka Eye (Boredoms) and Nobukazu Takemura in 1990, and has been pushing whatever sonic envelope you can imagine ever since. Tonight he mixes his cassette-based audio collages with the innovative turntablism of Rosenfeld (who opens the evening solo) and Phonomena major-domo Kajiwara.
TRADUÇAO: "A true force" - só se fôr dar 'a audiência forças para fugir.
" whatever sonic envelope you can imagine" - Tretas! Não é preciso imaginação nenhuma. E' um monte de barulho e ruído ensurdecedor (havio pessoal na plateia a tapar os ouvidos com as mãos).
"Rosenfeld" - uma tipa que mais parecia uma morta viva que, se não se puser a pau, vai pelo mesmo caminho que os Japonocas e ficar surda. Sim, porque só gente que não ouve é que pode escutar aquilo!
3.19.2005
E' o melhor Pai do Mundo!
Still the Gates
O Meu Patrão é um Bacano
Não é que me sugeriu tirar mais dias de férias do que aqueles que propuz?
Não é todos os dias que se encontra um chefe assim, não!
Não é todos os dias que se encontra um chefe assim, não!
3ª Dimensão
Ontem juntei-me ao Edgar e ao Jason para a primeria tentativa conjunta de uma Jam Session.
Basicamente, alugámos um estúdio por 2 horas (todo XPTO, diga-se, com vários mircofones, 3 teclados, 1 bateria e vários amplificadores e coisas que tal), durante as quais demos azo 'as nossas tendências e inspiracões musicais.
Foi extraordinário!
A coisa a determinada altura começa a funcionar como meio de catarse e libertação e demos por nós a fazer coisas inesperadas... pelo menos por mim. Gostei da sensação de improviso e de conjunto ao mesmo tempo. Todos cantámos, tocámos... a coisa até ficou gravada para a posterioridade.
Ainda estou para ver a que é que aquilo soa, quando ouvido com atenção.
Soe bem ou mal, o que é certo é que me diverti imenso e as 2 horas não mais pareceram que 10 minutos.
O Edgar e o Jason são os membros fundadores do projecto, "Nipple" e, segundo o Jason, eu confiro a 3ª dimensão que faltava. Não é um elogio frequente mas, sem dúvida, um elogio de que gostei muito.
"Curto" ser a 3ª dimensão do mamilo... que é como quem diz "Nipple" :)
Basicamente, alugámos um estúdio por 2 horas (todo XPTO, diga-se, com vários mircofones, 3 teclados, 1 bateria e vários amplificadores e coisas que tal), durante as quais demos azo 'as nossas tendências e inspiracões musicais.
Foi extraordinário!
A coisa a determinada altura começa a funcionar como meio de catarse e libertação e demos por nós a fazer coisas inesperadas... pelo menos por mim. Gostei da sensação de improviso e de conjunto ao mesmo tempo. Todos cantámos, tocámos... a coisa até ficou gravada para a posterioridade.
Ainda estou para ver a que é que aquilo soa, quando ouvido com atenção.
Soe bem ou mal, o que é certo é que me diverti imenso e as 2 horas não mais pareceram que 10 minutos.
O Edgar e o Jason são os membros fundadores do projecto, "Nipple" e, segundo o Jason, eu confiro a 3ª dimensão que faltava. Não é um elogio frequente mas, sem dúvida, um elogio de que gostei muito.
"Curto" ser a 3ª dimensão do mamilo... que é como quem diz "Nipple" :)
3.18.2005
Mesmo conversa de Cabeleireiro
No fim de semana passado fui cortar o cabelo. Faço-o num sítio algo "posh" mas, verdade seja dita, o raio do Vietnamita é mesmo muito bom e vale a pena pagar o que se paga (ouch, algo caro!).
Enquanto sentada na cadeira 'a mercê da tesoura do David, entra uma rapariga de rompante pelo salão, como se da sua casa se tratasse.
Tinha cabelos longos, loiros e uma franja. Sem sequer olhar direito para o outro cabeleireiro que se encontrava ao meu lado, pôs-se de frente ao espelho, em pose de modelo em sessão fotográfica, a mexer na franja, para trás e para diante, dizendo:
- You've got to do something with this!! I tried to blow it this morning but I can never do it like you. Do something!!!
O "chinoca" em questão nsem sabia bem o que dizer:
- But, what do you want me to do? It looks fine!!!
- Yeah, but I can't blow it as you do. Even this morning I was trying to do so and I had to go and buy a new hair-dryer because mine broke. Come on, do something?!?!
E assim continuava a conversa: ela a olhar para o espelho e a mexer na franja, o chinoca com cara de parvo e eu e o David a trocar olhares como quem diz:
"Esta tipa é completamente doida!"
- But what's wrong with it? - continuava o chinoca
- I look like a kid - disse ela
- But you are a kid!! (adorei esta!)
- No I am not, I am 24!!
(Oh menina, vai para casa brincar com as bonecas!)
Bem, corta não corta, faz não faz, o que é certo é que saiu de lá como entrou: com a franja de miúda, deixando para trás de si um cabeleireio cuja expressão era de:
"Oh, brother!!"
Enquanto sentada na cadeira 'a mercê da tesoura do David, entra uma rapariga de rompante pelo salão, como se da sua casa se tratasse.
Tinha cabelos longos, loiros e uma franja. Sem sequer olhar direito para o outro cabeleireiro que se encontrava ao meu lado, pôs-se de frente ao espelho, em pose de modelo em sessão fotográfica, a mexer na franja, para trás e para diante, dizendo:
- You've got to do something with this!! I tried to blow it this morning but I can never do it like you. Do something!!!
O "chinoca" em questão nsem sabia bem o que dizer:
- But, what do you want me to do? It looks fine!!!
- Yeah, but I can't blow it as you do. Even this morning I was trying to do so and I had to go and buy a new hair-dryer because mine broke. Come on, do something?!?!
E assim continuava a conversa: ela a olhar para o espelho e a mexer na franja, o chinoca com cara de parvo e eu e o David a trocar olhares como quem diz:
"Esta tipa é completamente doida!"
- But what's wrong with it? - continuava o chinoca
- I look like a kid - disse ela
- But you are a kid!! (adorei esta!)
- No I am not, I am 24!!
(Oh menina, vai para casa brincar com as bonecas!)
Bem, corta não corta, faz não faz, o que é certo é que saiu de lá como entrou: com a franja de miúda, deixando para trás de si um cabeleireio cuja expressão era de:
"Oh, brother!!"
3.17.2005
3, 2, 1... foi, mas de forma inesperada!
Eis-me de frente para o pessoal todo, de ponteiro em punho e powerpoint pronto a começar. Inicio a minha apresentacão, tudo muito bem, nada de nervos, calma, discussão, perguntas, respostas, sugestões... tudo dentro do normal. No entanto, começo a sentir-me algo mal disposta: tonturas, suores frios, começo a deixar de ouvir, começo a ver mais escuro, sensação de vertigem... estava ver que ia desmaiar em frente ao grupo todo.
Era mesmo só o que me faltava: dar-me o badagaio em plena Lab-meeting!
Esteve mesmo quase!
Inesperadamente para quem assistia, só me lembrei de dizer que me estava a sentir mal e que precisava beber água, ausentando-me da sala. Lá fora, de cócoras, tentei recompôr-me, por uns 5 minutos que me pareceram mais que meia hora. Suava em bica, cada vez que me punha em pé sentia vertigem de novo... estava a ver o caso mal parado. Mas, tinha que continuar, o pessoal estava 'a espera!
Entrei na sala, segundo dizem, lívida que nem um fantasma. Não estava lá muito "católica" mas, mesmo assim, continuei a apresentacão e a coisa chegou ao fim.
Não foi propriamente o final que imaginei para o terminus da minha maratona científica mas, já passou.
A Sara fez logo o "prognóstico" (só depois do jogo):
- Comeste chocolate antes da Lab Meeting?
- Não!
- Então pronto, foi isso! Foi falta de droga!
Se calhar foi mesmo, hehehe.
Era mesmo só o que me faltava: dar-me o badagaio em plena Lab-meeting!
Esteve mesmo quase!
Inesperadamente para quem assistia, só me lembrei de dizer que me estava a sentir mal e que precisava beber água, ausentando-me da sala. Lá fora, de cócoras, tentei recompôr-me, por uns 5 minutos que me pareceram mais que meia hora. Suava em bica, cada vez que me punha em pé sentia vertigem de novo... estava a ver o caso mal parado. Mas, tinha que continuar, o pessoal estava 'a espera!
Entrei na sala, segundo dizem, lívida que nem um fantasma. Não estava lá muito "católica" mas, mesmo assim, continuei a apresentacão e a coisa chegou ao fim.
Não foi propriamente o final que imaginei para o terminus da minha maratona científica mas, já passou.
A Sara fez logo o "prognóstico" (só depois do jogo):
- Comeste chocolate antes da Lab Meeting?
- Não!
- Então pronto, foi isso! Foi falta de droga!
Se calhar foi mesmo, hehehe.
3.16.2005
Nada de confusões, ah!
3.15.2005
3,2,1... Almost there!
RAW
Este Sábado fui ao teatro.
Foi uma experiência intensa e forte, dado que o tema não era dos mais agradáveis, quando tratado cruamente, ou "RAW", como se intitulava a peça. Falava de Sobrevivência, na sua forma mais primitiva: sobreviver a guerras, ao Holocausto, a traumas, 'a vida...
Gostei muito.
O público sentou-se num palco redondo, onde se encontravam bancos para não mais que 40 pessoas. Este palco estava situado no centro de uma sala de grandes dimensões, quadrada. Toda a acção se desenrolou 'a nossa volta, cada uma a seu tempo, sendo o público direccionado para a área de interesse pelo girar do palco onde nos encontravamos.
O espectáculo era uma mistura de várias artes: representação, dança contemporânea, música, projecções multi-média, todas elas complementando-se entre si e magnificamente intercaladas ou fundidas. As coreografias eram excelentes, os bailarinos lindos e a música muito adequada e introspectiva Era minimalista, na onda de Philil Glass, na maioria da vezes executada por 2 violinistas que, quais vultos ou sombras, se emiscuiam por entre os cenários e os bailarinos, fazendo parte do número, ao mesmo tempo que eram não o eram.
O jogo de luzes e contra-luzes era muito bem sincronizado com as acções.
As cenas vinham dos lados mais inesperados: ora de um canto que até então não parecia mais que um pequeno espaço, ora de uma trave por cima de nós, no tecto. Muitas vezes tive a sensação de ausência de gravidade pela maneira como os corpos se moviam no espaço ou se colavam 'as paredes, pelas quais pareciam ser capazes de subir.
Foi mesmo muito bom!
Impressionou, marcou. Foi daqueles eventos que nos faz pensar e reflectir, que nos tocam.

"RAW is a multi-genre performance featuring 25 performers of contemporary ballet, theater, music, the written word and an original music score. The program offers full production value in a unique setting and will lead the audience through a multisensory exploration of the will to survive - from tribal behavior through comtemporary war."
Foi uma experiência intensa e forte, dado que o tema não era dos mais agradáveis, quando tratado cruamente, ou "RAW", como se intitulava a peça. Falava de Sobrevivência, na sua forma mais primitiva: sobreviver a guerras, ao Holocausto, a traumas, 'a vida...
Gostei muito.
O público sentou-se num palco redondo, onde se encontravam bancos para não mais que 40 pessoas. Este palco estava situado no centro de uma sala de grandes dimensões, quadrada. Toda a acção se desenrolou 'a nossa volta, cada uma a seu tempo, sendo o público direccionado para a área de interesse pelo girar do palco onde nos encontravamos.
O espectáculo era uma mistura de várias artes: representação, dança contemporânea, música, projecções multi-média, todas elas complementando-se entre si e magnificamente intercaladas ou fundidas. As coreografias eram excelentes, os bailarinos lindos e a música muito adequada e introspectiva Era minimalista, na onda de Philil Glass, na maioria da vezes executada por 2 violinistas que, quais vultos ou sombras, se emiscuiam por entre os cenários e os bailarinos, fazendo parte do número, ao mesmo tempo que eram não o eram.
O jogo de luzes e contra-luzes era muito bem sincronizado com as acções.
As cenas vinham dos lados mais inesperados: ora de um canto que até então não parecia mais que um pequeno espaço, ora de uma trave por cima de nós, no tecto. Muitas vezes tive a sensação de ausência de gravidade pela maneira como os corpos se moviam no espaço ou se colavam 'as paredes, pelas quais pareciam ser capazes de subir.
Foi mesmo muito bom!
Impressionou, marcou. Foi daqueles eventos que nos faz pensar e reflectir, que nos tocam.

"CEDAR LAKE ARTS presents RAW, a multi-genre performance that examines the primitive spirit and its will to survive. The original production, conceived by Cedar Lake’s artistic/executive director L.J. Ballard, will lead audiences through scenarios in which life is threatened individually and collectively (genocide and extinction) and the pivotal point in which one lives or succumbs to our end. It incorporates drama and poetry performances, contemporary ballet, an original score, and multi-media theatrical values in a seamless production.
RAW features the work of controversial author Henry Bean, as well as William Shakespeare, Leslea Newman, Todd Loyd, Lisa Miller, Leila Nelson, Greg Mudd, the Cedar Lake Ensemble and Cedar Lake Theater Ensemble.""RAW is a multi-genre performance featuring 25 performers of contemporary ballet, theater, music, the written word and an original music score. The program offers full production value in a unique setting and will lead the audience through a multisensory exploration of the will to survive - from tribal behavior through comtemporary war."
Reposiçao da Verdade (Oh p'ra ela a ser modesta!)
3.13.2005
Ha espaço para toda a Imaginaçao do Mundo
Aqui em NY encontram-se as mais estranhas combinações.
Há uma loja que vende óculos e chocolates (Lunette et Chocolat). Numa outra podem-se encontrar motas de alta cilindrada 'a venda juntamente com roupa "de sair 'a noite", toda chique e nada apropriada para actividades motociclistas. Uma outra, ainda, oferece arranjo de sapatos e de relógios. Estes são só alguns exemplos entre os muitos que por certo poderia citar... só que não passei por eles naquele dia, "só" por estes 3 :)
Como se vê, só é mesmo preciso ter a imaginação porque, em NY, tudo é possível.
Há uma loja que vende óculos e chocolates (Lunette et Chocolat). Numa outra podem-se encontrar motas de alta cilindrada 'a venda juntamente com roupa "de sair 'a noite", toda chique e nada apropriada para actividades motociclistas. Uma outra, ainda, oferece arranjo de sapatos e de relógios. Estes são só alguns exemplos entre os muitos que por certo poderia citar... só que não passei por eles naquele dia, "só" por estes 3 :)
Como se vê, só é mesmo preciso ter a imaginação porque, em NY, tudo é possível.
Chocolaaaaaaaate!!

Distraidamente fui comendo e saboreando o gelado de chocolate negro da Godiva. Quando dei conta, tinha ido uma embalagem ao ar em menos de nada.
Isto lembrou-de da conversa que tive com alguém que me dizia não conhecer ninguém que gostasse tanto de chocolate como ele:
- Duvido!
- Qual é o teu record?
- 2 kilos num só dia e ainda pedir por mais! - respondi sorridentemente
- Ah... então desisto!
E' que sou MESMO viciada em Chocolate!
Hhhmmmm... BOM!
Fico doida. Não acreditam?

PS - Foto tirada pelo meu NhoNho do coração. E com esta, já são 2 referências ao Casanova :)
Bebado... mas sobrio!
Ontem, Sábado, quando chegava a casa por volta das 2 da matina, um casal caminhava 'a minha frente... ou antes, tropeçava e cambaleava 'a minha frente, ora andando para frente, para trás e para o lado, ziguezagueando enquanto riam lentamente. Nem de propósito, dirigiram-se para a entrada do prédio onde moro. Abriram a porta com um destreza inesperada, dado o estado de embriaguês e, bem dispostos, sorriram e deixaram-me entrar.
Ela, para além da dificuldade em andar devido ao álcool, tinha ainda a desconforto acrescido de trazer saltos altos, o que a fazia esboçar um esgar de desconforto a cada passada.
Já no elevador, ele, totalmente borracho, com a cara de bêbado mais castiça que alguma vez vi, olha para mim, sorri quase que adormecendo, olha para baixo e diz-me:
- Are your shoes comfortable?
- Yes they are. And yours? - respondi.
- Oh... mine are perfect. But look at her - apontando para a companheira - tsch, tsch, tsch (abanando a cabeça)... I keep telling her but, she never listens too me... it's like she's always drunk!!!
Sorri. Achei-lhe piada pois, mesmo estando tão bêbado que só o hálito podia embebedar outra pessoa, ainda tinha o discernimento suficiente para gozar com a bebedeira da companheira.
Ela, para além da dificuldade em andar devido ao álcool, tinha ainda a desconforto acrescido de trazer saltos altos, o que a fazia esboçar um esgar de desconforto a cada passada.
Já no elevador, ele, totalmente borracho, com a cara de bêbado mais castiça que alguma vez vi, olha para mim, sorri quase que adormecendo, olha para baixo e diz-me:
- Are your shoes comfortable?
- Yes they are. And yours? - respondi.
- Oh... mine are perfect. But look at her - apontando para a companheira - tsch, tsch, tsch (abanando a cabeça)... I keep telling her but, she never listens too me... it's like she's always drunk!!!
Sorri. Achei-lhe piada pois, mesmo estando tão bêbado que só o hálito podia embebedar outra pessoa, ainda tinha o discernimento suficiente para gozar com a bebedeira da companheira.
Oh F.C.P Carago!!!!!!!!
3.12.2005
Flocos

A neve ainda anda por estas bandas.
Confesso que já estou a ficar um pouco farta. De certeza que é por estar numa cidade, rodeada de carros e pessoas que, rapidamente, tornam o manto inicialmente branco numa mistura de água, lama e gelo acastanhada.
No fim de ano, quando fui esquiar e estive rodeada de neve por tudo quanto era lado, nesta, naquela e na montanha mais atrás, não me importei nada. Aliás, o cenário não podia ser mais bonito.
Adorava quando me metia no elevador e era transportada sobre a neve imaculada, branca e lisa, deixando-me avistar o "mais além" dos montes Austríacos. O sol, quando brilhava e incidia no branco abaixo de nós, revelava um mar de cristais brilhantes e luminosos indescritível. Numa das vezes, ia absorta na beleza do cenário que me rodeava, escutando e apreciando a calma e o silêncio. Entretanto, alguma neve começou a cair, muito subtilmente, e a minha atenção foi então desviada para uma outra beleza, esta no meu colo.
Eram os cristais de neve. Nunca antes os tinha visto nem me tinha apercebido que podiam ser tão perfeitos.
São, tal como se vê nos documentário televisivos, estruturas cristalinas perfeitamente simétricas e elaboradas mas, quando vistos ao vivo verificamos que até então não tinhamos qualquer consciência do quão admiráveis são.
PS - Já há muito que andava para escrever sobre esta experiência mas outras coisas acabavam sempre por se sobrepôr. Obrigada 'a Joaneca por me relembrar disto!
3.11.2005
11 de Março
Mundo Pequeno
Ontem fui até ao MoMa ver um filme Uruguaio, a ser exibido no ciclo de cinema Internacional que está agora a decorrer.
Enquanto esperava na fila para entrar, o moço que se encontrava atrás de mim meteu conversa.
Em NY, a melhor maneira para fazer isso é, sem dúvida, perguntar de onde a pessoa é, uma vez que as chances de ser de todo o lado menos de NY são de 99,999%.
Assim, lá veio a pergunta da praxe e, com o desenrolar da conversa, diz-me que, nem de propósito, conheceu uma Portuguesa no dia anterior (coincidência nº1):
- Ah sim, e de onde é que ela é?
- De Setúbal!
Achei piada! De tantos sítios, ter conhecido logo alguém da mesma cidade que eu em Portugal era, de facto, uma grande coincidência (coincidência nº2).
Mas, as surpresas não ficaram por aqui. Quando perguntei como se chamava ele responde-me:
- Inês (coincidência nº3)
Com tantas coincidências, nem arrisquei a perguntar mais nada... caso contrário ainda descobria que sofro de amnésia, tenho dupla personalidade e que tinha conhecido o rapaz no dia anterior sem me lembrar de nada :P
Enquanto esperava na fila para entrar, o moço que se encontrava atrás de mim meteu conversa.
Em NY, a melhor maneira para fazer isso é, sem dúvida, perguntar de onde a pessoa é, uma vez que as chances de ser de todo o lado menos de NY são de 99,999%.
Assim, lá veio a pergunta da praxe e, com o desenrolar da conversa, diz-me que, nem de propósito, conheceu uma Portuguesa no dia anterior (coincidência nº1):
- Ah sim, e de onde é que ela é?
- De Setúbal!
Achei piada! De tantos sítios, ter conhecido logo alguém da mesma cidade que eu em Portugal era, de facto, uma grande coincidência (coincidência nº2).
Mas, as surpresas não ficaram por aqui. Quando perguntei como se chamava ele responde-me:
- Inês (coincidência nº3)
Com tantas coincidências, nem arrisquei a perguntar mais nada... caso contrário ainda descobria que sofro de amnésia, tenho dupla personalidade e que tinha conhecido o rapaz no dia anterior sem me lembrar de nada :P
3.09.2005
Porque quero ser um Violoncelo?
3.08.2005
Va-se la entender estes Gajos
De manhã dirigi-me a uma loja.
Abria 'as 10h. Cheguei lá 'as 9:57.
Os funcionários já se encontravam no interior, pelo que arrisquei empurrar a porta... fechada.
De lá de dentro, uma funcionária veio de propósito até 'a porta, destrancou-a, abriu-a e disse-me:
- We are closed.
- Doesn't it open at 10h? It's 2 minutes to go!
- Exactly!
Fechou a porta, foi-se embora e regressou passados dois minutos, durante os quais esperei na rua.
"Foregod Seique!!!!"
(que é como quem diz For God Sake)
Abria 'as 10h. Cheguei lá 'as 9:57.
Os funcionários já se encontravam no interior, pelo que arrisquei empurrar a porta... fechada.
De lá de dentro, uma funcionária veio de propósito até 'a porta, destrancou-a, abriu-a e disse-me:
- We are closed.
- Doesn't it open at 10h? It's 2 minutes to go!
- Exactly!
Fechou a porta, foi-se embora e regressou passados dois minutos, durante os quais esperei na rua.
"Foregod Seique!!!!"
(que é como quem diz For God Sake)
3.07.2005
PARABENS!!!
Hoje os meus pais completaram 29 anos de casados.
Porque são um espectáculo e pura e simplesmente o casal mais perfeito que alguma vez conheci (e que por certo alguma vez conhecerei), aqui seguem os meus Parabéns públicos e votos de que até gora tenha sido só o estágio :)
Porque são um espectáculo e pura e simplesmente o casal mais perfeito que alguma vez conheci (e que por certo alguma vez conhecerei), aqui seguem os meus Parabéns públicos e votos de que até gora tenha sido só o estágio :)
3.06.2005
Gates personalizados
Aquando da visita que fiz até Central Park para ver os Gates, achei o cenário tão lindo que não resisti a ficar com uma recordação do momento.
Assim, reparei num fotógrafo que, avidamente, procurava os melhores ângulos com uma máquina toda XPTO, e, um pouco descaradamente, dirigi-me a ele perguntando se se importava de me tirar uma foto, para posteriormente ma enviar. Se calhar num outro qualquer local do mundo este pedido poderia ter soado um pouco inusitado mas aqui, em NY, as pessoas estão habituadas a estas "esquisitices" e recebem-nas de braços abertos.
Simpaticamente tirou-me a foto, que hoje recebi por mail, juntamente com outras que achou interessantes.
Vantagens de estar em NY :)
Obrigada Robert!




Assim, reparei num fotógrafo que, avidamente, procurava os melhores ângulos com uma máquina toda XPTO, e, um pouco descaradamente, dirigi-me a ele perguntando se se importava de me tirar uma foto, para posteriormente ma enviar. Se calhar num outro qualquer local do mundo este pedido poderia ter soado um pouco inusitado mas aqui, em NY, as pessoas estão habituadas a estas "esquisitices" e recebem-nas de braços abertos.
Simpaticamente tirou-me a foto, que hoje recebi por mail, juntamente com outras que achou interessantes.
Vantagens de estar em NY :)
Obrigada Robert!




E esta , Hein!!!
Hoje, na aula de Dança Moderna, alguém reparou na minha tatuagem.
Porque esse alguém estuda arte e está neste momento a fazer um documentário sobre expressões artísticas corporais, convidou-me a participar.
Querem ver que é desta que fico famosa?
Veremos o que acontece....
Porque esse alguém estuda arte e está neste momento a fazer um documentário sobre expressões artísticas corporais, convidou-me a participar.
Querem ver que é desta que fico famosa?
Veremos o que acontece....
Esquilo Americano
Hoje vi o verdadeiro esquilo Americano.
Saltitando alegrementemente daqui para ali, lá seguia ele com um enorme Bagel na boca.
Mais Americano... só mesmo se levasse também uma bandeirita dos USA :)
Saltitando alegrementemente daqui para ali, lá seguia ele com um enorme Bagel na boca.
Mais Americano... só mesmo se levasse também uma bandeirita dos USA :)
3.05.2005
Ironia do Dia
Ouvir da boca de alguém que deita ovos fora quando passou 1 minuto da data de validade inscrita na caixa ou que puxa o autoclismo com o pé (para não tocar onde os outros puseram a mão) que eu sou esquisita.
Como diria o Jorge Palma: "Deixa-me Rir!"
Ou então, de acordo com a sabedoria popular, "Não te cures não!!"
Ainda assim, a frase de que mais gosto é: "Uns morrem, outros... ficam assim!"
Como diria o Jorge Palma: "Deixa-me Rir!"
Ou então, de acordo com a sabedoria popular, "Não te cures não!!"
Ainda assim, a frase de que mais gosto é: "Uns morrem, outros... ficam assim!"
3.03.2005
Nada de "Apanhar o Sabonete" no Balneario
Como de costume, após a aula de spinning, dirigi-me aos balneários para tomar banho.
Já a caminho dos chuveiros, uma rapariga passou por mim e, olhando-me de alto a baixo, sorriu lascivamente e disse:
- So, are you gonna take a shower?
(Não querida, vou esquiar para o Pólo Norte... querias que fosse para onde?)
Não estivesse já eu nua, diria que me senti completamente despida... ainda se fosse por um "gaijo"!!!
Agora, gaja?!?!
Bah!
Já a caminho dos chuveiros, uma rapariga passou por mim e, olhando-me de alto a baixo, sorriu lascivamente e disse:
- So, are you gonna take a shower?
(Não querida, vou esquiar para o Pólo Norte... querias que fosse para onde?)
Não estivesse já eu nua, diria que me senti completamente despida... ainda se fosse por um "gaijo"!!!
Agora, gaja?!?!
Bah!
3.02.2005
Back to Bench Work
Finalmente, ao fim de 3 semanas exclusivamente dedicadas a apresentações de Powerpoint e leitura de papers, eis-me de volta ao trabalho de bancada.
Já tinha saudades das minhas queridas pipetas e de "bombar" com elas ao som da "Maria Albertina", do albúm HUMANOS!
Bancada, aqui vou eu!!!!!!!!!!!! :P
Já tinha saudades das minhas queridas pipetas e de "bombar" com elas ao som da "Maria Albertina", do albúm HUMANOS!
Bancada, aqui vou eu!!!!!!!!!!!! :P
3.01.2005
White Christmas atrasado
Na 5ª feira passada, dia 24, juntei-me a um grupo de amigos para ir ao concerto dos Thievery Corporation (que, diga-se, infelizmente, foi uma m**da).
Contudo, acabou por valer pela companhia e pela diversão que a queda de neve inesperada trouxe com ela (a prova de que foi de facto inesperada são os meus tenizitos do estilo, muito fixarolas, mas nada apropriados para este tempo).
Só nos apetecia cantar "Iiiiiii'mmmm Dreaming of a Whiiiiiite, Chriiiistmas!!!!"
Contudo, acabou por valer pela companhia e pela diversão que a queda de neve inesperada trouxe com ela (a prova de que foi de facto inesperada são os meus tenizitos do estilo, muito fixarolas, mas nada apropriados para este tempo).
Só nos apetecia cantar "Iiiiiii'mmmm Dreaming of a Whiiiiiite, Chriiiistmas!!!!"
Tuga Power
Hoje tive que fazer uma apresentação oral para todo o departamento de Genética do Desenvolvimento da NYU.
Claro está que, como estudante inexperiente nestas andanças, este foi sem dúvida motivo de preocupação e ansiedade durante as várias semanas que antecederam o evento.
Felizmente correu tudo bem e sinto-me bastante feliz. Feliz não só pelo facto de ter sido capaz de cumprir decentemente a missão mas também por a situação ter sido motivo para confirmar os bons amigos que tenho e o quão estes se preocupam comigo, mesmo estando longe. Claro está que a família está numa categoria 'a parte, especial, e, como em tudo e em todo o lado, esteve lá para mim.
De Portugal recebi apoio da minha querida Liliana. Logo ao lado, em Londres, o Casanova também não deixou a ocasião passar em vão, presenteando-me com o seu humor e apoio únicos. Aqui, em Nova Iorque, foi um fartote de "mimos".
Antes do grande dia, o Rui, as Saras, a Laura, o Edgar, a Claudia, o Ramiro, a Renata, o Daniel, a Marie*... todos eles, sem excepção, tentavam tornar a coisa mais leve dizendo-me que ia correr bem e tal... aquelas coisas que se dizem e que quem ouve quer sempre acreditar mas, até 'a altura, a dúvida acaba sempre por persistir.
Hoje, depois da apresentação, todos me congratularam das mais variadas maneiras. O Rui, um querido, sugeriu até que o facto fosse marcado por uma "sushizada" ao jantar, onde alguns Tugas se reuniram a mim e passámos um agradável serão.
Porque todo este apoio foi/é tão importante, não queria deixar agradecer a todos e propôr um brinde 'a amizade e ao Tuga Power!
Tchim-Tchim!!
PS - Casanova, consegues finalmente um lugar de destaque no meu Blog ;)
* - A Marie não é Tuga mas, como filha de pais Portugueses, partilha connosco, sem qualquer sobra de dúvida, o Tuga Power.
Claro está que, como estudante inexperiente nestas andanças, este foi sem dúvida motivo de preocupação e ansiedade durante as várias semanas que antecederam o evento.
Felizmente correu tudo bem e sinto-me bastante feliz. Feliz não só pelo facto de ter sido capaz de cumprir decentemente a missão mas também por a situação ter sido motivo para confirmar os bons amigos que tenho e o quão estes se preocupam comigo, mesmo estando longe. Claro está que a família está numa categoria 'a parte, especial, e, como em tudo e em todo o lado, esteve lá para mim.
De Portugal recebi apoio da minha querida Liliana. Logo ao lado, em Londres, o Casanova também não deixou a ocasião passar em vão, presenteando-me com o seu humor e apoio únicos. Aqui, em Nova Iorque, foi um fartote de "mimos".
Antes do grande dia, o Rui, as Saras, a Laura, o Edgar, a Claudia, o Ramiro, a Renata, o Daniel, a Marie*... todos eles, sem excepção, tentavam tornar a coisa mais leve dizendo-me que ia correr bem e tal... aquelas coisas que se dizem e que quem ouve quer sempre acreditar mas, até 'a altura, a dúvida acaba sempre por persistir.
Hoje, depois da apresentação, todos me congratularam das mais variadas maneiras. O Rui, um querido, sugeriu até que o facto fosse marcado por uma "sushizada" ao jantar, onde alguns Tugas se reuniram a mim e passámos um agradável serão.
Porque todo este apoio foi/é tão importante, não queria deixar agradecer a todos e propôr um brinde 'a amizade e ao Tuga Power!
Tchim-Tchim!!
PS - Casanova, consegues finalmente um lugar de destaque no meu Blog ;)
* - A Marie não é Tuga mas, como filha de pais Portugueses, partilha connosco, sem qualquer sobra de dúvida, o Tuga Power.
3, 2, 1... Gone
Já 'tá!!!
I am Frrreeeeeeeeee! (imaginem isto com um sotaque Irlandês que fica mais giro!)
I am Frrreeeeeeeeee! (imaginem isto com um sotaque Irlandês que fica mais giro!)
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