...é quando Eles juram a pé juntos que são imunes ao Ciúme :P
"Conta-se que a não existência de um prémio Nobel de Matemática se deve ao facto da esposa de Alfred Nobel ter, alegadamente, tido uma aventura amorosa com um matemático. Alfred Nobel não quis que este último viesse a ganhar o prémio por si criado."
(in, Wikipedia - Prémio Nobel)
9.20.2005
9.19.2005
Não mais criança...
Coisas Boas de Se Ouvir
Especialmente quando se refere a algo que será para a vida!
Este fim-de-semana alguém me dizia, após ter visto a minha tatuagem, que esta era a primeira que via de que de facto gostava e achava bonita:
- As outras são só mais uma tatuagem. Na maioria das vezes nem se olha duas vezes mas, a tua... está mesmo... assim, elegante!
Este fim-de-semana alguém me dizia, após ter visto a minha tatuagem, que esta era a primeira que via de que de facto gostava e achava bonita:
- As outras são só mais uma tatuagem. Na maioria das vezes nem se olha duas vezes mas, a tua... está mesmo... assim, elegante!
Corte de Cabelo
"Meninos e meninas, não tentem isto em casa!"
Ora aqui está uma frase que nada se aplica ao caso, pois foi exactamente em casa que eu e a Rita decidimos cortar o meu cabelo. Foi um boa simbiose: a Rita teria uma cobaia para aperfeiçoar as suas aptidões de cabeleireira e eu uma bela oportunidade de poupar $80 (sim, não se riam... era isso mesmo que eu pagava ao doido do Vietnamita que me cortava o cabelo em NY para ter a certeza que ficava como eu gosto). Se a coisa desse para o torto, como para a semana vou até 'a Big Apple, resolver-se-ia a coisa lá. mas não foi necessário.
Ficou o máximo e, ainda por cima, é "di grátis" e divertido, com direito a música e chá! :)
Primeiro, preparou-se o estaminé:


Depois, começou o Forrobodó:


Et voilá!!
Viva a artista!
Ora aqui está uma frase que nada se aplica ao caso, pois foi exactamente em casa que eu e a Rita decidimos cortar o meu cabelo. Foi um boa simbiose: a Rita teria uma cobaia para aperfeiçoar as suas aptidões de cabeleireira e eu uma bela oportunidade de poupar $80 (sim, não se riam... era isso mesmo que eu pagava ao doido do Vietnamita que me cortava o cabelo em NY para ter a certeza que ficava como eu gosto). Se a coisa desse para o torto, como para a semana vou até 'a Big Apple, resolver-se-ia a coisa lá. mas não foi necessário.
Ficou o máximo e, ainda por cima, é "di grátis" e divertido, com direito a música e chá! :)
Primeiro, preparou-se o estaminé:


Depois, começou o Forrobodó:


Et voilá!!
Viva a artista!
Foi Daqueles Serões...
Desafio

Este fim de semana fiz pela primeira vez a laundry desde que cá estou.
Neste belo país, diz a regra que em cada casa exista uma máquina de lavar loiça mas, de lavar roupa... está quieto (na versão Estado Unidense do Asterix, o Obelix diria "estes Americanos são doidos!" :P).
Para se lavar a roupa tem sempre que se ir até 'a lavandaria que, se se tiver sorte, estará no rés-do-chão do edifício. Sorte, tive-a em NY, em que este era o caso. Mas, aqui não, tenho mesmo que ir até uma lavandaria pública.
Se em NY já era um desafio transportar a roupa do 4º andar para o rés-do-chão, aqui a coisa vai ser concerteza bastante mais audaciosa, uma vez que tenho que o fazer por 6 blocos. Na Big Apple não foram raras as vezes em que acabei com um ou mais pares de meias "desamanados". Há sem qualquer sombra de vida um excepção 'as Leis de Conservação da Massa pois, neste caso, nunca se aplicam. Perde-se sempre algo!
Excepcionalmente, desta vez não perdi nada, mas... vamos lá a ver se a coisa corre bem e não acabo sem roupa!
9.17.2005
9.16.2005
Sabedoria Popular
First Kiss

Aquele momento...
Em que os lábios estão prestes a encontrar-se, a sentir-se, a saborear-se...
Aquele momento...
Em que nada mais existe para além da respiração do outro, próxima...
Aquele momento...
Em que os olhos se fecham e os sentidos se entregam ao novo mundo prestes a revelar-se...
Don't you just love it?
Está a Chegar
9.15.2005
Schier Lab (PostDocs e Estudantes)
O meu chefe é conhecido no meio científico não só por ser alguém brilhante mas também por usar umas camisas algo folclóricas, berrantes e, até consideradas por alguns, meio pirositas. Eu cá acho-lhes piada e o pessoal do lab parece achar o mesmo, pois vimos neste gosto particular uma forma de lhe oferecer um presente de aniversário original.
Assim, na última festa que o Alex (meu chefe) deu em casa, alguns de nós arranjaram maneira de retirar uma das suas camisas do armário, sem que ele desse conta. Levámo-la para o lab e lá cada um tirou uma foto com ela vestida, para depois fazermos um poster.
O Alex, adorou. Fartou-se de rir e de imediato recebemos um email de agradecimento. O que não contávamos é que ele gostasse tanto ao ponto de agora esta foto andar por aí a ser exibida em tudo quanto é canto de Harvard.
Começou logo na série de seminários de recepção ao primeiro ano, onde vimos a nossa foto escarrapachada no ecran quando o Alex deu a sua talk. Agora, porque vamos organizar uma festa para que os outros labs nos conheçam, o cartaz promocional é, adivinhem o quê? Exacto, a nossa foto escarrapachada nas paredes do departamento. Até na porta do nosso lab há uma cópia colada do belo exemplar.
O mais engraçado é que ninguém está esclarecido quanto ao porquê de estarmos todos a usar aquela camisa "linda de morrer". Assim, ainda vamos é ficar conhecidos por "aquele lab, de gosto por camisas duvidoso"!
Queriámos "gozar" com o Alex e, afinal...
E' o que se chama, "sair o tiro pela colatra" :)
Assim, na última festa que o Alex (meu chefe) deu em casa, alguns de nós arranjaram maneira de retirar uma das suas camisas do armário, sem que ele desse conta. Levámo-la para o lab e lá cada um tirou uma foto com ela vestida, para depois fazermos um poster.
O Alex, adorou. Fartou-se de rir e de imediato recebemos um email de agradecimento. O que não contávamos é que ele gostasse tanto ao ponto de agora esta foto andar por aí a ser exibida em tudo quanto é canto de Harvard.
Começou logo na série de seminários de recepção ao primeiro ano, onde vimos a nossa foto escarrapachada no ecran quando o Alex deu a sua talk. Agora, porque vamos organizar uma festa para que os outros labs nos conheçam, o cartaz promocional é, adivinhem o quê? Exacto, a nossa foto escarrapachada nas paredes do departamento. Até na porta do nosso lab há uma cópia colada do belo exemplar.
O mais engraçado é que ninguém está esclarecido quanto ao porquê de estarmos todos a usar aquela camisa "linda de morrer". Assim, ainda vamos é ficar conhecidos por "aquele lab, de gosto por camisas duvidoso"!
Queriámos "gozar" com o Alex e, afinal...
E' o que se chama, "sair o tiro pela colatra" :)
9.13.2005
Time is Money

"Einstein descobre que o tempo é, de facto, dinheiro"
Sinto muito a necessidade de me expressar musicalmente. E' a minha terapia e a forma de me relaxar e descontrair.
Uma vez que em NY, de vez em quando, lá me reunia com mais 2 estarolas e, por 2 horas nos enfiávamos num estúdio onde dávamos largas aos nossos desvarios musicais, esta necessidade era até de alguma forma preenchida e a coisa ia passando.
Mas, aqui, já me começa a "sufocar" um pouco o não fazer nada neste campo.
Decidi então procurar os locais onde poderei ter aulas de clarinete (andava indecisa entre o clarinete e o violoncelo mas, dado que desde que ouvi o Adagio do concerto para Clarinete de Mozart, aos 10 anos, no filme "Africa Minha", jurei a mim mesma que um dia o haveria de tocar, a escolha ficou automaticamente mais fácil. Mesmo em miúda era já alguém muito decidida! :P)
Descobri então que aqui a coisa funciona 'a hora, mesmo que em escolas de música. Assim sendo, 1 horita de aulas fica em nada mais nada menos do que 40$. Ora 1 hora por semana, 4 vezes por mês... outch, é carote!
E' no entanto tudo uma questão de perspectiva e de relatividade (grande Einstein). Se pensar que, ao fim de um ano, terei gasto aproximadamente $1920 até fico com os olhos trocados mas, se em vez disso pensar que, como aqui não vou a restaurantes todas as semanas como em NY e, portanto, não gasto esse dinheiro, esta passa a ser a minha nova estravagância.
Que fazer?
Vantagens de estar em Harvard

Não há cientista no mundo inteiro que lide com clonagem e Biologia Molecular, mesmo que só ao de leve ou muito indirectamente, e não saiba o que é o Maniatis.
O Maniatis é, sem tirar nem pôr, a bíblia de laboratório onde se encontram todos os protocolos necessários 'a realização de uma experiência no âmbito da genética molecular. Editado em 1982, é peça fulcral num laboratório, como sejam as pipetas, microscópios ou reagentes.
Com o passar dos anos, exigiram-se novas edições e impressões e hoje em dia encontramos este conjunto de 3 volumes sob o nome de Sambrook and Russell, responsáveis pela última actualização do livro. Contudo, se perguntarmos a alguém no lab onde está o "Sambrook e Russell" poucos saberão dizê-lo mas, se em vez disso, perguntarmos pel'O Maniatis, logo o rosto de qualquer um se ilumina e prontamente nos poderão ajudar.
Por ser algo tão mas tão indispensável, o Maniatis acaba por ser visto mais como uma entidade e não como uma pessoa, um homem, que um dia o compilou. O Maniatis está acima do terreno. E' algo!! Assim, meio divino!
Nunca tive noção deste facto até ontem quando, ao assistir a uma série de seminários de recepção aos novos estudantes (onde cada chefe de laboratório fala da pesquisa que se faz no seu lab e uma excelente oportunidade para ficar a conhecer os laboratórios vizinhos no departamento) me aparece, assim, sem mais nem menos, sem qualquer aviso de recepção (ainda me dava o fanico) o Maniatis, Maniatis o homem, a pessoa, de carne e osso, nem tão velho assim, da forma mais natural deste mundo, ali, 'a minha frente, em grande estilo, a dar a sua "talk".
Mas, mas, mas....
Os meus colegas de trabalho também se entreolhavam e acotovelavam, partilhando a surpresa!
Juro que me apeteceu ajoelhar e começar a venerá-lo :P
Foi a Loucura!!!!
O concerto de ontem não podia ter sido mais energizante!
Se no início a coisa parecia querer dar para o torto, uma vez que não havia maneira de pôr os teclados a bombar e ficámos confinados a uma versão totalmente acústica, não passou mesmo de uma ameaça pois foi um espectáculo!
O pessoal que estava a assistir era um verdadeiro mono e não havia maneira de se mexerem. Em contrapartida, o grupinho onde estavam os Tugas fazia a festa e apanhava as canas e acabou por cair nas graças das cantoras que lá se divertiam connosco, riam e até nos deram (a mim e ‘a Xana) o microfone para cantarmos o refrão da música “Too drunk to F**k” (e eu que nem bebo!), que pôs o pessoal (frise-se, os Tugas e Ca.) em completo alvoroço.
‘A pala de tanta energia ainda nos livrámos de um banho de cerveja com que a cantora presenteou a plateia amorfa, ao fim de tantas tentativas para os estimular. Como quem não quer a coisa, começou a dizer que precisava de umas cervejas. Os mongos do bar não se tocaram e ela, sem meias medidas, vai de saltar para o meio do público e ir buscar pessoalmente as cervejas, enquanto a outra cantora (uma total personagem: um misto de Woodstock de collants rosa shock com o ar desgrenhado da Janis Jopplin) continuava com a música. De regresso ao palco, atingia-se o climax da loucura e parvoice total, tanto por parte da banda como do nosso grupinho, onde andávamos aos saltos, como quem curte o Ska dos Primitive Reason, perdidos num riso eufórico e imitando os Cossacos russos (uma mistelada total).
Assim, de repente, a cantora entra em completo desatino e vai de começar aos pulos e aos saltos abanando ao mesmo tempo as cervejas para cima da plateia que, agora sim, se mexia. Nós saímos ilesos pois estávamos a cumprir mais que bem o nosso papel. O mais hilariante foi ver a forma angelical como a Camille, francesa típica, de olhar angelical e tímido, dizia com ar gozão, por baixo da sua peruca fluorescente e com os olhos azuis muito abertos: “Pardon! Pardon! Merci!”… e ria-se como uma santinha (se houvessem legendas para o pensamento dela, de certeza que seria algo como: tomem lá que é para aprenderem”.
A sua inocência era assim dentro desta onda:

O máximo!!
Seguiram-se muitos momentos espectaculares desde uma versão Blues de uma outra versão até vários rebolanços pelo chão, passando por uma música Gótica e outra que imitava uma abelha (acreditem, que é bem mais hilariante assistir do que estar para aqui a ler a descrição), mas este foi, sem dúvida, digno de registo.
Foi uma noite bem passada, com boa música, companhia divertidíssima e muita energia gasta.
Deu para sorrir...
Se no início a coisa parecia querer dar para o torto, uma vez que não havia maneira de pôr os teclados a bombar e ficámos confinados a uma versão totalmente acústica, não passou mesmo de uma ameaça pois foi um espectáculo!
O pessoal que estava a assistir era um verdadeiro mono e não havia maneira de se mexerem. Em contrapartida, o grupinho onde estavam os Tugas fazia a festa e apanhava as canas e acabou por cair nas graças das cantoras que lá se divertiam connosco, riam e até nos deram (a mim e ‘a Xana) o microfone para cantarmos o refrão da música “Too drunk to F**k” (e eu que nem bebo!), que pôs o pessoal (frise-se, os Tugas e Ca.) em completo alvoroço.
‘A pala de tanta energia ainda nos livrámos de um banho de cerveja com que a cantora presenteou a plateia amorfa, ao fim de tantas tentativas para os estimular. Como quem não quer a coisa, começou a dizer que precisava de umas cervejas. Os mongos do bar não se tocaram e ela, sem meias medidas, vai de saltar para o meio do público e ir buscar pessoalmente as cervejas, enquanto a outra cantora (uma total personagem: um misto de Woodstock de collants rosa shock com o ar desgrenhado da Janis Jopplin) continuava com a música. De regresso ao palco, atingia-se o climax da loucura e parvoice total, tanto por parte da banda como do nosso grupinho, onde andávamos aos saltos, como quem curte o Ska dos Primitive Reason, perdidos num riso eufórico e imitando os Cossacos russos (uma mistelada total).
Assim, de repente, a cantora entra em completo desatino e vai de começar aos pulos e aos saltos abanando ao mesmo tempo as cervejas para cima da plateia que, agora sim, se mexia. Nós saímos ilesos pois estávamos a cumprir mais que bem o nosso papel. O mais hilariante foi ver a forma angelical como a Camille, francesa típica, de olhar angelical e tímido, dizia com ar gozão, por baixo da sua peruca fluorescente e com os olhos azuis muito abertos: “Pardon! Pardon! Merci!”… e ria-se como uma santinha (se houvessem legendas para o pensamento dela, de certeza que seria algo como: tomem lá que é para aprenderem”.
A sua inocência era assim dentro desta onda:

O máximo!!
Seguiram-se muitos momentos espectaculares desde uma versão Blues de uma outra versão até vários rebolanços pelo chão, passando por uma música Gótica e outra que imitava uma abelha (acreditem, que é bem mais hilariante assistir do que estar para aqui a ler a descrição), mas este foi, sem dúvida, digno de registo.
Foi uma noite bem passada, com boa música, companhia divertidíssima e muita energia gasta.
Deu para sorrir...
Mas logo caí na Realidade

... mas deu para sorrir por pouco tempo.
Saídos do concerto, todos com um fomeca jeitosa 'a conta de tanta energia gasta, a pergunta que se impunha (normalmente, digo eu) era:
- "Então, que sítio escolhemos para ir comer?"
Pois é, aqui, dado o avançado da hora (quase 23:30... uuuuuuuu!!!!) não houve escolha nem meia escolha. A frase que se fez ouvir em vez disso foi:
- "Bem, a esta hora já não encontramos nada aberto!"
E lá fui eu para casa comer sopa... bbbuuuáááá!!!!!!
Tenho saudades de NY!!!!!!!
9.12.2005
Nouvelle Vague
Curiosidade
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