8.03.2005

Cello após Concerto

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Sergei Prokofiev:
Romeo and Juliet Suite No 2, Op 64 - Montagues and Capulets (faixa 13)
Intenso e Apaixonado!

10 comments:

Tripeiro de Roterdao said...

AInda n percebi, o Cello 'e apenas tatuagem ou tb 'e hobbie?

∫nês said...

Por ora apenas tatuagem, mas "soon-to-be" hobbie.

Anonymous said...

andas no solario?

e esse arranhao? ;)

vi

Fadalê said...

O amor anda no ar ??
Ouvi, há dias, um concerto de Tchaikowsky para piano ( conhecidísimo ) na rtp2 que o ecrán enleou em pura paixão interpretativa. O solista era LANG-LANG....tudo dito.
E o teu quem é ??

meb said...

Que toda a tua vida seja uma obra musical, envolta em paixão, alegria e muito intensa!Carpem die!
fico feliz por ti, afinal vales mais que qualquer stradivarius!

∫nês said...

Vi: Solário? Blah! What you see is what you get. Tudo ao natural :)
Quanto ao arranhão... bem, uma interpretação muito vivida.

Fadalê: Lang-Lang, sem dúvida exímio intérprete. Acho que anda cá por estas bandas ;)

Tripeiro de Roterdao said...

manda-me os dados completos desse lang-lang q fiquei curioso...
E qnt mais natural melhor, como diria o anuncio - o q 'e natural 'e bom!. Nao 'e bem assim, mas o q 'e nacional deixa mt a desejar e coisas naturais como o q se ve na foto s'o h'a que elogiar!

Tripeiro de Roterdao said...

E essa covinha nas costas deve deixar muitos bichinhos da maca de cabeca completamente virada...

∫nês said...

meb: adorei essa do Stradivarius. Só tu :)

Tripeiro de Roterdão: obrigada pelo elogio.
Lang-Lang é um exímio pianista e intérprete, de origem asiática de quem tanto eu como o Fadalê gostamos muito.
Assim, fez-se então o trocadilho com o intérprete, desta feita de um instrumento diferente.
Quanto 'a covinha nas costas... hhmmm, não me parece. As bichicnhos desta maça não são lá grande coisa :P

Sara said...

Aqui vai o poema prometido ha sei la quanto tempo, beijinhos, aproveita as ferias,para ti:

Orquestra, flor e corpo:
doravante direi
como do corpo a música se extrai,
como sem corpo a flor não tem perfume,
como de corpo a corpo o som se repercute.

Orquestra, sim: orquestra. E flor. E noite.
Doravante dizendo orquídea negra
é logo o violoncelo nomeado;
e logo, logo, os instrumentos de arco
arremessando vão a flecha ao alvo;
e é logo o alvo peito;
e é logo amor,
e é logo a noite
murmurando "Até logo!" à outra noite...

De corpo a corpo a noite se transmite.
Orquestra, sim: orquestra. E flor. E vaga.
E a noite é sempre o corpo anoitecido,
e o corpo é sempre a noite que se aguarda.

De corpo a corpo o som se repercute,
de vale em vale,
de monte a monte,
de címbalo, de cítara, et coetera,
ao tímpano sensível que o recebe.

Sem concha do ouvido,
o mar não tem rumor.
Sem asa do nariz,
não voa a maresia.
E o mundo só é mundo enquanto houver o corpo,
de música e de flor universal medida.